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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

NATAL SEDIARÁ SEMINÁRIO NACIONAL DE MISSÕES


RUSSELL SHEDD E JAMIERSON OLIVEIRA FARÃO PRELEÇÕES NO EVENTO
No mês de abril a cidade do Natal sediará o I Seminário Nacional de Missões, evento organizado pelas agencias missionárias Povos e Apologética Cristã. O seminário será realizado no Complexo Cultural de Natal, na Zona Norte, construído onde foi a Penintenciária João Chaves.
No evento o pastor Russell Shedd, boliviano radicado no Brasil há muitos anos, fará preleções sobre Bibliologia e Missões. Shedd defende a autoridade suprema e inspirada da Bíblia, sendo esta a única revelação fidedigna de Deus, pelo que postula que "a Bíblia é a palavra de Deus".
O pastor Jamierson Oliveira, jornalista e editor de versões da Bíblia Sagrada, paulista, também estará presente e trará palestras sobre missões e apologética.
A programação segue abaixo:
DIA 05.04 - (QUINTA) 
18:30 - ABERTURA
1ª PALESTRA: BASE BÍBLICA DE MISSÕES - Pr. JAMIERSON OLIVEIRA
DIA 06 - (SEXTA FERIADO)
14:00 - 2ª PALESTRA: DESPERTANDO O VOCACIONADO - Pr. RUSSELL SHEDD
16:00 - 3ª PALESTRA: DESAFIOS MUNDIAIS DA IGREJA - Pr. JAMIERSON OLIVEIRA
INTERVALO COM COOFEE-BREACK
19:00 - ENCERRAMENTO
4ª PALESTRA: O ESPIRITO SANTO COMO PROMOTOR DE MISSÕES - Pr. RUSSELL SHEDD

OBS. HAVERÁ SORTEIO DE BRINDES ENTRE OS PARTICIPANTES, DINÂMICAS ENTRE AS PALESTRAS, APOSTILAS E CERTIFICADO.
NO LOUVOR: JULIÃO PEDRO (VOZ E VIOLÃO)

INFORMAÇÕES: (84) 8859-2245 - 8839-5054 - 8145-9829

INSCRIÇÕES: NAS LIVRARIAS GILGAL (ALECRIM, VIA DIRETA OU PARNAMIRIM)

VAGAS LIMITADAS.
 
FONTE: http://aforcadaesperanca.blogspot.com/

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Pastores Milionários: Descubra quem são os pastores mais ricos dos Estados Unidos



Pastores Milionários: Descubra quem são os pastores mais ricos dos Estados Unidos
Jatinho particular, mansões avaliadas em milhões de dólares, uma conta bancária gorda e o título de pastor. Essas são características comuns de algumas das pessoas presentes na lista publicada pelo portal The Huffington Post. A lista apresenta a relação dos pastores mais bem sucedidos financeiramente nos Estados Unidos.
De acordo com o site o salário médio de um pastor evangélico nos Estados Unidos é de US$ 40 mil anuais, porém alguns líderes religiosos se destacam e ficam muito acima dessa média. Vários deles têm as fortunas oriundas, além do trabalho ministerial, da venda de livros, DVDs e de outros materiais. Muitos recebem também volumosas doações individuais.
Alguns dos pastores listados já foram envolvidos em investigações financeiras feitas pelo Senado americano, outros já foram investigados por lavagem de dinheiro e há também o polêmico caso de Pat Robertson que é acusado de manter uma mina de diamantes na Libéria, África, mas nega e mantém a maioria de seus bens em nome de seus filhos.
A lista não apresenta os pastores em uma ordem exata pelo volume de suas fortunas pessoais, mas traz diversos dados para dar uma noção da fortuna de cada um dos líderes religiosos:
Kenneth Copeland
O televangelista foi um dos religiosos que teve a fortuna investigada pelo senador republicano Charles Grassley, porém investigação não identificou nenhuma irregularidade. A estimativa é de que a fortuna de Copeland gire em torno de US$ 70 milhões. Entre seus bens foi listada uma fazenda no Texas, onde fica a sede do seu ministério. A fazenda conta com uma pista de pouso particular e uma mansão, construída à beira do lago da propriedade, avaliada em US$ 6 milhões. Outros de seus bens incluem duas aeronaves, uma delas um jatinho de US$ 17,5 milhões.
Creflo A. Dollar
Fundador de uma das maiores igrejas americanas, a World Changers Church International, apresentador de um programa de TV e diretor de uma gravadora, o pastor apareceu em uma reportagem do jornal New York Times que mostrou sua fortuna. O jornal mostrou que ele dirige um Rolls-Royce do ano, possui seu próprio jatinho, uma mansão de um milhão de dólares em Atlanta e um apartamento de US$ 2.5 milhões em Nova York. Segundo o jornal o pastor recebeu, durante uma campanha, uma doação 7 milhões de dólares do ex-pugilista Evander Holyfield.
John Hagee
Pastor sênior da Igreja Cornerstone, na cidade de San Antonio, Texas e CEO da Global Evangelical Television, Hagee transformou o canal de TV sem fins lucrativos que havia criado eu uma igreja, da qual recebe atualmente um salário de cerca de US$ 300 mil. Além disso, é executivo de uma organização sem fins lucrativos na qual ganha US$ 1 milhão por ano.
Joel Osteen
Conhecido por liderar a Igreja Lakewood, em Houston, Texas, que tem cerca de 45 mil membros, Osteen é considerado um dos pastores mais ricos do país e é constantemente criticado por pregar a teologia da prosperidade como regra de vida cristã. Após abrir mão de seu salário anual de US$ 200 mil, o pastor passou a ter como fonte de renda a venda de seus livros e vídeos. Atualmente vive com sua esposa em uma mansão de mais de 5.000 metros quadrados avaliada em US$ 10,5 milhões.
Ed Young
Segundo o canal WFAA-TV de Dallas, Texas, o pastor também é dono de um jatinho e vive em uma casa de 4.000 metros quadrados avaliada em US$ 1,5 milhões e recebe um salário de US$ 240 mil da Igreja Fellowship, além da renda proveniente da venda de materiais de sua autoria.
Franklin Graham
Filho do conhecido evangelista Billy Graham, o pastor é presidente de uma associação que leva o nome de seu pai e, em 2008, o ministério anunciou que ele recebia um salário de US$ 1,2 milhões. Durante a crise econômica dos EUA o pastor recebeu pesadas críticas que o fizeram abrir mão de parte do seu salário.
Rick Warren
Autor de “Uma Igreja com Propósitos” e “Uma Vida com Propósitos”, o pastor da Igreja Saddleback, em Lake Forest, Califórnia, resolveu devolver a sua igreja, em 2005, uma quantia equivalente aos 25 anos de salário recebidos até então para viver dos milhões que lucrou com a venda de seus livros. Warren declarou na ocasião que ele e sua esposa seriam “dizimistas ao contrário”, doando 90% de sua renda para a igreja e vivendo com os 10% restantes.
Max Lucado
Um dos mais famosos escritores cristãos Lucado diz não receber salário da igreja que pastoreia, a Oak Hills em San Antonio, Texas. Porém o pastor já vendeu cerca de 65 milhões de cópias de seus livros por todo o mundo, o que dá uma ideia de sua renda como escritor.
Benny Hinn
Um dos pastores mais conhecidos por pregar dando ênfase à teologia da prosperidade, Hinn declarou em 1997 à CNN que sua renda anual era de aproximadamente US$ 1 milhão, e um porta-voz do ministério de Hinn disse que ele recebia cerca de US$ 60 milhões por ano em doações. Benny Hinn chegou também a arrecadar US$ 30 milhões para a construção de um “Centro de Cura Mundial”, a obra nunca aconteceu.
Joyce Meyer
A única mulher da lista. A arrecadação de seu ministério é estimada em US$ 90 milhões anuais. Moradora de uma casa avaliada em US$ 2 milhões, Meyer tem um jatinho que custou US$ 10 milhões e já foi investigada por lavagem de dinheiro.

Fonte: Gospel+

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Jornal é condenado por reportagem sobre dízimo

Diário de Sorocaba foi condenado a pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais à Igreja Universal do Reino de Deus por ter publicado notícia cujo título dizia: “Quem não paga dízimo à Universal pode ficar com o nome sujo no SPC”, publicada no dia 25 de junho de 2011. A decisão foi do juiz Mario Gaiara Neto da 3ª Vara Cível de Sorocaba.
A Universal alegou que a reportagem acarretou prejuízo à honra e à imagem dela, em especial por transmitir a impressão, que qualificou de falsa e tendenciosa, de que a autora presta assistência espiritual com fins lucrativos.
Trechos da reportagem relatam que “os bispos da Igreja Universal do Reino De Deus (Iurd), presidida por Edir Macedo, decidiram que a instituição vai cadastrar no SPC/Serasa os fiéis que ficaram com o pagamento do dízimo em atraso, na tentativa de diminuir a inadimplência. A direção da igreja não informou o número de devedores, mas se estima que os maus pagadores estão causando um prejuízo mensal de quase R$ 1 bilhão. Além de ficar com o nome sujo, os fiéis inadimplentes podem ter de pagar multa e ter contrato rescindido se trocarem a Universal por outra Igreja.”
A defesa do jornal alegou que a notícia veiculada foi uma reprodução fiel do que já era noticiado em vários sites da internet; e que a notícia em questão não surgiu do nada, não é fruto da imaginação dos jornalistas, nem tampouco produto de sua má-fé ou falta de preocupação com a dignidade moral da requerente.
O juiz fundamentou a sentença afirmando que a notícia veiculada pelo réu foi confessadamente tirada internet e, “quanto ao seu conteúdo, o requerido não demonstrou possuir o mínimo de veracidade. Notícias como essa, publicadas sem o mínimo de comprometimento com a realidade, escapam do conceito de liberdade de expressão e dão ensejo, em tese, ao dever de indenizar”.
Para o juiz, notícias como essa transmitem aos seus destinatários — entre os quais os fiéis da Universal —, a nítida impressão de que a Igreja presta assistência espiritual com fins lucrativos, desnaturando, assim, os seus propósitos institucionais e atingindo a sua honra objetiva.

Fonte: http://www.adiberj.org/portal/2012/02/01/jornal-e-condenado-por-reportagem-sobre-dizimo

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Considerações sobre Silas Malafaia e a teologia da prosperidade (extraido do blog de Ciro Sashes)


Respeito o pastor Silas Malafaia. Gosto de suas argumentações sobre a defesa da vida e dos valores morais esposados na Palavra de Deus. Considero Malafaia uma pessoa preparada para representar os evangélicos em audiências públicas a respeito do PLC 122, do aborto, etc. Tenho também amigos na igreja pastoreada por ele: a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, na Penha-RJ.

Foi por tudo isso que sempre evitei citar o nome de Malafaia, neste blog. Mas tenho uma palavra para ele e acredito que não ficará indignado contra mim, haja vista ser a minha mensagem bíblica e respeitosa.


Assuntos administrativos que envolvem pastores de uma denominação devem ser tratados internamente, visto que a igreja local tem competência para julgar suas causas, à luz da Bíblia (1 Co 6.1-6). Mas a conduta imprópria e as heresias amplamente propagadas, mediante TV, rádio e Internet, ultrapassam os limites denominacionais e merecem refutação bíblica, igualmente pública, com ética, mansidão e temor, por parte da Igreja do Senhor.


Silas Malafaia, além de defender abertamente a teologia da prosperidade, costuma não economizar nos impropérios, ao responder aos seus críticos. Há alguns meses, por exemplo, ele concedeu uma entrevista à revista Igreja e deu uma resposta que o tornou repreensível, à luz da Palavra de Deus. Peço a todos que admiram esse renomado pastor que não vejam este artigo como um ataque pessoal. Atentem para as referências bíblicas que vou citar e as considerem como palavras inspiradas do Senhor que se aplicam a todos que o servem.


“O senhor está sendo duramente criticado pelo setor mais conservador da igreja por causa da teologia da prosperidade pregada por alguns convidados de seu programa, como Morris Cerrullo e Mike Murdock. Como o senhor responde a estas criticas de que a teologia da prosperidade não tem base bíblica e é uma heresia?” — perguntou o entrevistador, da revista Igreja.


Antes de discorrer sobre a resposta de Malafaia, é importante corrigir duas coisas na pergunta acima. Primeira: não é somente o setor mais conservador da igreja que critica Malafaia por causa da teologia da prosperidade. Não se trata de extremistas combatendo extremistas. Na verdade, todos os cristãos equilibrados, que têm a Bíblia como a sua fonte primária de autoridade, são contrários à falaciosa teologia da prosperidade. Outra correção: tal heresia não tem sido pregada apenas por Morris Cerullo e Mike Murdock. O próprio entrevistado é um dos seus propagadores.


Vamos à resposta do pastor Malafaia: “Primeiro quem fala isto é um idiota! Desculpe a expressão, mas comigo não tem colher de chá! Por que quando é membro eu quebro um galho, mas pastor não: é um idiota. Deveria até mesmo entregar a credencial e voltar a ser membro e aprender. Para começar não sabe nada de teologia, muito menos de prosperidade. Existe uma confusão e um radicalismo, e todo radicalismo não presta”.


Quem assiste às mensagens de Silas Malafaia, sabe que ele tem estilo próprio. Ele não escolhe muito as palavras. Mas tudo tem limite. Aliás, nosso limite está na Palavra de Deus. E o que está escrito em 1 Pedro 3.15? “Antes santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”.


Eu não sou perfeito. Silas Malafaia não é perfeito. Nenhum de nós é perfeito. Mas somos todos servos do Senhor. Qual é a recomendação do Senhor aos seus servos, em sua Palavra? Em 2 Timóteo 2.24,25 está escrito: “E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem”.


Que mansidão e temor vemos em xingamentos a pastores? Alguém dirá: “O Silas é assim mesmo. É o jeito dele. Eu o conheço há muito tempo”. Reconheço que cada um tem uma personalidade. Mas, para que existe o fruto do Espírito, isto é, o Espírito Santo agindo em nós? Para moldar o nosso caráter e mudar o nosso interior, a fim de que sejamos astros nesse mundo tenebroso (Mt 5.13-16; Fp 2.14,15) e demonstremos a todos que temos amor, humildade, verdade, alegria, paz, longanimidade, justiça, benignidade, bondade, fé, mansidão, domínio próprio, etc. (Gl 5.22; Ef 5.9; 1 Pe 5.5).


“Há casos em que é preciso botar pra quebrar. Não dou colher de chá para pastores” — Malafaia poderá argumentar. Concordo, em parte. Jesus, o nosso paradigma (1 Jo 2.6; 1 Co 11.1; 1 Pe 2.21), realmente foi firme, quando necessário. Chamou os fariseus de hipócritas e condutores cegos (Mt 23) e Herodes de raposa (Lc 13.32), bem como verberou contra os maus pastores de algumas igrejas da Ásia (Ap 2-3). Entretanto, Malafaia precisa reconhecer — não para concordar comigo — que a sua resposta aos oponentes da teologia da prosperidade tem sido generalizante e desproporcional.


Muitos homens de Deus respeitadíssimos se opõem à teologia da prosperidade e ao pensamento mercantilista de Mike Murdock e Morris Cerullo. São todos eles idiotas que precisam entregar a credencial? O próprio Silas Malafaia, durante muitos anos, foi um ferrenho oponente da teologia da prosperidade. Há, inclusive, vídeos no YouTube que apresentam sua verberação contra essa heresia. Mas ele não entregou a sua credencial de pastor nem voltou a ser membro para aprender. Pelo que tudo indica, a sua mudança de crítico da aludida heresia para propagador dela ocorreu por influência do telemilionário Murdock e outros.


Concordo que todo o extremismo é perigoso, como disse Silas. Não é porque sou contrário à teologia da prosperidade que serei, por causa disso, favorável à teologia da miséria. Afinal, a Bíblia diz que devemos nos contentar com o que temos, e não nos conformar com o que temos (Fp 4.11-13; 1 Tm 6.8-10). Conformar-se é uma coisa. Contentar-se, outra. Posso estar contente com um carro velho, pois o contentamento vem do Senhor. Mas não preciso me conformar com isso, pois Deus pode me dar um carro melhor.


Por outro lado, é evidente que a teologia da prosperidade é uma aberração, à luz da Bíblia. Por quê? Porque ela é reducionista e prioriza a prosperidade material. Ela faz com que toda a mensagem da Bíblia gire em torno de conquista de dinheiro, bens, riquezas. E induz o crente a supervalorizar as coisas desta vida terrena e passageira, em detrimento das “coisas que são de cima” (Cl 3.1,2; 1 Co 15.57).


Sinceramente, penso que o pastor Silas Malafaia é um grande comunicador, uma pessoa muito influente. Gostaria muito que ele fosse mais equilibrado, coerente e adotasse uma conduta em tudo pautada nas Escrituras. Lamento — lamento muito mesmo — por ele ter abraçado a teologia da prosperidade e por usar impropérios contra quem se lhe opõe. Se usasse os dons que Deus lhe deu e o seu carisma para pregar o Evangelho de maneira contundente, com verdade (Jr 23.28), seria muito mais respeitado por cristãos e não-cristãos.


Com temor e tremor.


Fonte: http://cirozibordi.blogspot.com/