UM BLOG VOLTADO AQUELES QUE QUEREM DESFRUTAR DE MENSAGENS TEOLOGICAS E SECULARES.
Páginas
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Considerações sobre Silas Malafaia e a teologia da prosperidade (extraido do blog de Ciro Sashes)
Respeito o pastor Silas Malafaia. Gosto de suas argumentações sobre a defesa da vida e dos valores morais esposados na Palavra de Deus. Considero Malafaia uma pessoa preparada para representar os evangélicos em audiências públicas a respeito do PLC 122, do aborto, etc. Tenho também amigos na igreja pastoreada por ele: a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, na Penha-RJ.
Foi por tudo isso que sempre evitei citar o nome de Malafaia, neste blog. Mas tenho uma palavra para ele e acredito que não ficará indignado contra mim, haja vista ser a minha mensagem bíblica e respeitosa.
Assuntos administrativos que envolvem pastores de uma denominação devem ser tratados internamente, visto que a igreja local tem competência para julgar suas causas, à luz da Bíblia (1 Co 6.1-6). Mas a conduta imprópria e as heresias amplamente propagadas, mediante TV, rádio e Internet, ultrapassam os limites denominacionais e merecem refutação bíblica, igualmente pública, com ética, mansidão e temor, por parte da Igreja do Senhor.
Silas Malafaia, além de defender abertamente a teologia da prosperidade, costuma não economizar nos impropérios, ao responder aos seus críticos. Há alguns meses, por exemplo, ele concedeu uma entrevista à revista Igreja e deu uma resposta que o tornou repreensível, à luz da Palavra de Deus. Peço a todos que admiram esse renomado pastor que não vejam este artigo como um ataque pessoal. Atentem para as referências bíblicas que vou citar e as considerem como palavras inspiradas do Senhor que se aplicam a todos que o servem.
“O senhor está sendo duramente criticado pelo setor mais conservador da igreja por causa da teologia da prosperidade pregada por alguns convidados de seu programa, como Morris Cerrullo e Mike Murdock. Como o senhor responde a estas criticas de que a teologia da prosperidade não tem base bíblica e é uma heresia?” — perguntou o entrevistador, da revista Igreja.
Antes de discorrer sobre a resposta de Malafaia, é importante corrigir duas coisas na pergunta acima. Primeira: não é somente o setor mais conservador da igreja que critica Malafaia por causa da teologia da prosperidade. Não se trata de extremistas combatendo extremistas. Na verdade, todos os cristãos equilibrados, que têm a Bíblia como a sua fonte primária de autoridade, são contrários à falaciosa teologia da prosperidade. Outra correção: tal heresia não tem sido pregada apenas por Morris Cerullo e Mike Murdock. O próprio entrevistado é um dos seus propagadores.
Vamos à resposta do pastor Malafaia: “Primeiro quem fala isto é um idiota! Desculpe a expressão, mas comigo não tem colher de chá! Por que quando é membro eu quebro um galho, mas pastor não: é um idiota. Deveria até mesmo entregar a credencial e voltar a ser membro e aprender. Para começar não sabe nada de teologia, muito menos de prosperidade. Existe uma confusão e um radicalismo, e todo radicalismo não presta”.
Quem assiste às mensagens de Silas Malafaia, sabe que ele tem estilo próprio. Ele não escolhe muito as palavras. Mas tudo tem limite. Aliás, nosso limite está na Palavra de Deus. E o que está escrito em 1 Pedro 3.15? “Antes santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”.
Eu não sou perfeito. Silas Malafaia não é perfeito. Nenhum de nós é perfeito. Mas somos todos servos do Senhor. Qual é a recomendação do Senhor aos seus servos, em sua Palavra? Em 2 Timóteo 2.24,25 está escrito: “E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem”.
Que mansidão e temor vemos em xingamentos a pastores? Alguém dirá: “O Silas é assim mesmo. É o jeito dele. Eu o conheço há muito tempo”. Reconheço que cada um tem uma personalidade. Mas, para que existe o fruto do Espírito, isto é, o Espírito Santo agindo em nós? Para moldar o nosso caráter e mudar o nosso interior, a fim de que sejamos astros nesse mundo tenebroso (Mt 5.13-16; Fp 2.14,15) e demonstremos a todos que temos amor, humildade, verdade, alegria, paz, longanimidade, justiça, benignidade, bondade, fé, mansidão, domínio próprio, etc. (Gl 5.22; Ef 5.9; 1 Pe 5.5).
“Há casos em que é preciso botar pra quebrar. Não dou colher de chá para pastores” — Malafaia poderá argumentar. Concordo, em parte. Jesus, o nosso paradigma (1 Jo 2.6; 1 Co 11.1; 1 Pe 2.21), realmente foi firme, quando necessário. Chamou os fariseus de hipócritas e condutores cegos (Mt 23) e Herodes de raposa (Lc 13.32), bem como verberou contra os maus pastores de algumas igrejas da Ásia (Ap 2-3). Entretanto, Malafaia precisa reconhecer — não para concordar comigo — que a sua resposta aos oponentes da teologia da prosperidade tem sido generalizante e desproporcional.
Muitos homens de Deus respeitadíssimos se opõem à teologia da prosperidade e ao pensamento mercantilista de Mike Murdock e Morris Cerullo. São todos eles idiotas que precisam entregar a credencial? O próprio Silas Malafaia, durante muitos anos, foi um ferrenho oponente da teologia da prosperidade. Há, inclusive, vídeos no YouTube que apresentam sua verberação contra essa heresia. Mas ele não entregou a sua credencial de pastor nem voltou a ser membro para aprender. Pelo que tudo indica, a sua mudança de crítico da aludida heresia para propagador dela ocorreu por influência do telemilionário Murdock e outros.
Concordo que todo o extremismo é perigoso, como disse Silas. Não é porque sou contrário à teologia da prosperidade que serei, por causa disso, favorável à teologia da miséria. Afinal, a Bíblia diz que devemos nos contentar com o que temos, e não nos conformar com o que temos (Fp 4.11-13; 1 Tm 6.8-10). Conformar-se é uma coisa. Contentar-se, outra. Posso estar contente com um carro velho, pois o contentamento vem do Senhor. Mas não preciso me conformar com isso, pois Deus pode me dar um carro melhor.
Por outro lado, é evidente que a teologia da prosperidade é uma aberração, à luz da Bíblia. Por quê? Porque ela é reducionista e prioriza a prosperidade material. Ela faz com que toda a mensagem da Bíblia gire em torno de conquista de dinheiro, bens, riquezas. E induz o crente a supervalorizar as coisas desta vida terrena e passageira, em detrimento das “coisas que são de cima” (Cl 3.1,2; 1 Co 15.57).
Sinceramente, penso que o pastor Silas Malafaia é um grande comunicador, uma pessoa muito influente. Gostaria muito que ele fosse mais equilibrado, coerente e adotasse uma conduta em tudo pautada nas Escrituras. Lamento — lamento muito mesmo — por ele ter abraçado a teologia da prosperidade e por usar impropérios contra quem se lhe opõe. Se usasse os dons que Deus lhe deu e o seu carisma para pregar o Evangelho de maneira contundente, com verdade (Jr 23.28), seria muito mais respeitado por cristãos e não-cristãos.
Com temor e tremor.
Fonte: http://cirozibordi.blogspot.com/
Marcadores:
informação
PASTORES REGISTRAM CANDIDATURA NA IADERN
IVAN GONÇALVES MARTIM ALVES SE DISPÕEM A PRESIDIR A IEADERN
Os pastores Ivan Gonçalves e Martim Alves foram homologados como candidatos a presidência da Igreja Evangélica Assembléia de Deus no Estado do Rio Grande do Norte - IEADERN, cargo que está vago desde a renúncia e jubilação do pastor Raimundo João de Santana, em 06 de janeiro de 2012.
A eleição para a presidência ocorrerá no dia 11 de fevereiro e obedecerá os trâmites legais expostos no Estatuto da entidade.
Na próxima semana o blog iniciará ampla cobertura do processo, dando ênfase a história de vida dos dois candidatos, facilitando aos pastores e evangelistas (eleitores) e a igreja em geral o conhecimento do futuro presidente da Assembléia de Deus no RN.
Fontes: Postado por Jailson Gome; http://aforcadaesperanca.blogspot.com/
domingo, 6 de novembro de 2011
Igreja oferece cerveja para atrair novos fiéis
Reunidos em um bar, as pessoas ouvem sobre a Bíblia e depois bebem juntos.
Uma nova igreja está sendo plantada na cidade de San Jose, Califórnia, com uma abordagem “diferente” visando atrair novos convertidos à sua congregação. Ela oferece cerveja aos participantes depois do culto que é realizado em um bar.
O pastor Bill Jenkins é o responsável por essa igreja-bar chamada Urbanlife (Vida Urbana), que utiliza as dependências do bar Loft e Bistro. Os encontros ocorrem todos os domingos às 9h30 da manhã.
Jenkins nasceu na Inglaterra, mas vive há muitos anos nos EUA. Ele explica que sua intenção era criar “um ambiente seguro para uma mensagem perigosa”. Seu argumento principal é que cerca de 90% dos moradores da região não tem o hábito de frequentar a igreja.
Essas pessoas, segundo ele, têm rejeitado as formas tradicionais de apresentação do evangelho. Além disso, ele entende que a Bíblia fala sobre Jesus dando vinho às pessoas e sendo criticado por suas companhias.
“A maioria das pessoas que vêm até nós não entraria em uma igreja tradicional”, explica o pastor Jenkins, “a vida urbana é uma comunidade de fé, sem ritos religiosos, rituais ou regras feitas pelo homem”.
Isto não significa que a Urban life não possui um conjunto de doutrinas, mas sim que Jenkins prega uma mensagem simples e direta a cada domingo, por cerca de 20 minutos. Depois, as vinte e poucas pessoas presentes separam-se em pequenos grupos e discutem o que acabaram de ouvir.
Em um dos sermões recentes, o pastor, que já foi bombeiro, comparou a vida cristã aos três elementos de um incêndio: calor, oxigênio e combustível. Ele comparou o combustível com nossa conexão com Deus, o oxigênio é a conexão com outros crentes e de calor o que mostramos para os outros, fora da igreja.
Após o final do culto, as pessoas voltam a conversar e tomar cervejas geladas no bar. Jenkins acredita que este é o verdadeiro lugar de um ministério. Nesse ambiente descontraído, as pessoas querem falar sobre sua fé e suas dúvidas.
Ele compara sua experiência com encontros similares que fazia nos pubs da Inglaterra e pretende criar uma atmosfera cristã no bar, pois ali ”as pessoas se sentem confortáveis.” Seu objetivo não é criar “um outro clube cristão”, mas deseja focar fortemente no discipulado dos membros.
A trajetória de vida do pastor não é muito convencional. Ele saiu de casa aos 16 para jogar futebol profissionalmente. Não teve muito sucesso e aos 26 decidiu largar a bola e ser bombeiro. Até os 35 anos se considerava um “ateu raivoso”. Porém, por influencia de sua esposa e seu sogro acabou ouvindo o evangelho e pouco tempo depois de convertido já pregava o evangelho a outros.
Jenkins foi ordenado pela igreja Batista da Inglaterra e, quando se mudou para os Estados Unidos, foi aceito como ministro de uma igreja independente no Vale do Sul, San Jose. Ele enfatiza que a Urbanlife adotou como declaração de fé o Credo Niceno e subscreve ao Pacto de Lausanne.
A congregação de Jenkins tem crescido lentamente, principalmente graças à propaganda boca a boca e, claro, o Facebook.
Cam Razavi, o dono do bar frequenta algumas reuniões e explica porque decidiu emprestar o local. “Ele mora perto de nós e tem sido um bom cliente, então por que não?”
fonte: informações do Christian Post / Mercury News via Gospel Prime
Uma nova igreja está sendo plantada na cidade de San Jose, Califórnia, com uma abordagem “diferente” visando atrair novos convertidos à sua congregação. Ela oferece cerveja aos participantes depois do culto que é realizado em um bar.
O pastor Bill Jenkins é o responsável por essa igreja-bar chamada Urbanlife (Vida Urbana), que utiliza as dependências do bar Loft e Bistro. Os encontros ocorrem todos os domingos às 9h30 da manhã.
Jenkins nasceu na Inglaterra, mas vive há muitos anos nos EUA. Ele explica que sua intenção era criar “um ambiente seguro para uma mensagem perigosa”. Seu argumento principal é que cerca de 90% dos moradores da região não tem o hábito de frequentar a igreja.
Essas pessoas, segundo ele, têm rejeitado as formas tradicionais de apresentação do evangelho. Além disso, ele entende que a Bíblia fala sobre Jesus dando vinho às pessoas e sendo criticado por suas companhias.
“A maioria das pessoas que vêm até nós não entraria em uma igreja tradicional”, explica o pastor Jenkins, “a vida urbana é uma comunidade de fé, sem ritos religiosos, rituais ou regras feitas pelo homem”.
Isto não significa que a Urban life não possui um conjunto de doutrinas, mas sim que Jenkins prega uma mensagem simples e direta a cada domingo, por cerca de 20 minutos. Depois, as vinte e poucas pessoas presentes separam-se em pequenos grupos e discutem o que acabaram de ouvir.
Em um dos sermões recentes, o pastor, que já foi bombeiro, comparou a vida cristã aos três elementos de um incêndio: calor, oxigênio e combustível. Ele comparou o combustível com nossa conexão com Deus, o oxigênio é a conexão com outros crentes e de calor o que mostramos para os outros, fora da igreja.
Após o final do culto, as pessoas voltam a conversar e tomar cervejas geladas no bar. Jenkins acredita que este é o verdadeiro lugar de um ministério. Nesse ambiente descontraído, as pessoas querem falar sobre sua fé e suas dúvidas.
Ele compara sua experiência com encontros similares que fazia nos pubs da Inglaterra e pretende criar uma atmosfera cristã no bar, pois ali ”as pessoas se sentem confortáveis.” Seu objetivo não é criar “um outro clube cristão”, mas deseja focar fortemente no discipulado dos membros.
A trajetória de vida do pastor não é muito convencional. Ele saiu de casa aos 16 para jogar futebol profissionalmente. Não teve muito sucesso e aos 26 decidiu largar a bola e ser bombeiro. Até os 35 anos se considerava um “ateu raivoso”. Porém, por influencia de sua esposa e seu sogro acabou ouvindo o evangelho e pouco tempo depois de convertido já pregava o evangelho a outros.
Jenkins foi ordenado pela igreja Batista da Inglaterra e, quando se mudou para os Estados Unidos, foi aceito como ministro de uma igreja independente no Vale do Sul, San Jose. Ele enfatiza que a Urbanlife adotou como declaração de fé o Credo Niceno e subscreve ao Pacto de Lausanne.
A congregação de Jenkins tem crescido lentamente, principalmente graças à propaganda boca a boca e, claro, o Facebook.
Cam Razavi, o dono do bar frequenta algumas reuniões e explica porque decidiu emprestar o local. “Ele mora perto de nós e tem sido um bom cliente, então por que não?”
fonte: informações do Christian Post / Mercury News via Gospel Prime
Marcadores:
Notícias Cristãs
Assinar:
Postagens (Atom)


